Drones, the most cowardly violation of human rights

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Leonardo Boff

We are living in a world where human rights are violated at practically every level, familial, local, national and planetary. The 2013 Annual Report of Amnesty International, that covers 159 countries, makes just this painful observation, with respect to 2012. Instead of advancing respect for human dignity and the rights of individuals, peoples and ecosystems, we are returning to barbaric levels. The violations are endless, and the means of this aggression are increasingly sophisticated.

The most cowardly form are the «drones», planes without pilots, directed by a young soldier in front of a TV monitor, as if he were playing a game, who from a base in Texas manages to identify a group of Afghans celebrating a wedding, where presumably there may be a guerrillero from Al Quaeda. That presupposition is enough, with a small click, to launch a bomb that annihilates the whole group, including many innocent mothers and…

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Poética, de manuel Bandeira

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“Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreços ao Sr. diretor.

Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.

Abaixo os puristas
Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis
Estou farto do lirismo namorador
Político
Raquítico
Sifilítico

De todo lirismo que capitula o que quer que seja
fora de si mesmo
e resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc.

Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbados
O lirismos dos clowns de Shakespeare

— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.”